Autor: Isaias Malta
Tenho um torninho que me quebra um galho danado na oficina, o problema é que como ele ficava parafusado numa pequena bancada (daquelas toscas feitas por pedreiro), tinha que mover a ferramenta para fora de casa para trabalhar com esmerilhadeira, ou outra ferramenta que faça muita sujeira.
Aí, como tenho acesso a muitas peças de sucata, resolvi construir um suporte que me permitisse transportar e usar o torno no chão da rua ou numa mesa, sem prejuízo da fixação da peça. Para conferir firmeza ao conjunto, tive que apelar para um perfil grosso de ferro em “L”, que além de fornecer peso, impede oscilações laterais no momento em que a peça está sendo trabalhada.
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sábado, 31 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
Como NÃO adaptar uma serra de Makita numa esmerilhadeira
Escrito por Isaias Malta
Pode parecer que o vídeo deste post seja louco demais para ser verdade, mas referencio aqui porque muita gente apela para este mesmo tipo de gambiarra que afronta todas as regras de segurança!
O sujeito lima o furo da serra destinada a serra-mármore até alargá-lo de 20 mm para 22,23 mm. O problema do procedimento é que, como é feito no olho, certamente o furo do disco fica descentrado, portanto, desbalanceado. Então, quando trabalhar nos 11000 rpm da esmerilhadeira, este disco correrá altos riscos de se quebrar e lançar fragmentos cortantes em todas as direções, responsáveis pela maioria dos danos físicos em acidentes provocados pelo uso indevido desta ferramenta.
Pode parecer que o vídeo deste post seja louco demais para ser verdade, mas referencio aqui porque muita gente apela para este mesmo tipo de gambiarra que afronta todas as regras de segurança!
O sujeito lima o furo da serra destinada a serra-mármore até alargá-lo de 20 mm para 22,23 mm. O problema do procedimento é que, como é feito no olho, certamente o furo do disco fica descentrado, portanto, desbalanceado. Então, quando trabalhar nos 11000 rpm da esmerilhadeira, este disco correrá altos riscos de se quebrar e lançar fragmentos cortantes em todas as direções, responsáveis pela maioria dos danos físicos em acidentes provocados pelo uso indevido desta ferramenta.
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